Cristiane Brasil pediu pressa em contrato sem licitação no Ministério do Trabalho

O processo teve início em 2016, mas foi interrompido em agosto do ano passado depois de setores da pasta elaborarem pareceres contrários.

Folha de S. Paulo – Servidores do Ministério do Trabalho dizem ter sido pressionados pela deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), antes mesmo de sua indicação para a pasta, a fechar a toque de caixa um contrato sem licitação. Uma gravação mostra ela exigindo rapidez na contratação da FGV para uma consultoria de R$ 5,3 milhões.

O processo teve início em 2016, mas foi interrompido em agosto do ano passado depois de a Consultoria Jurídica e a Assessoria Especial de Controle Interno da pasta elaborarem pareceres contrários –a avaliação dos técnicos era a de que o valor do contrato era alto para ser feito sem concorrência.

Em nota, o ministério diz que “os apontamentos foram atendidos posteriormente à análise da proposta e previamente à contratação da instituição, inclusive com a comparação de preços entre outros contratos firmados com a administração pública”.

 

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Procurado, o ministério afirmou que “todos os trâmites administrativos e legais foram observados no processo” e que a “escolha da FGV se deveu à expertise da instituição e à reconhecida capacidade técnica de seu corpo de profissionais”.

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