Uma empresa destinatária de ao menos uma das emendas Pix enviadas a Carapicuíba, cidade da Grande São Paulo que teve repasses suspensos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tinha como controladora uma offshore nas Bahamas, conhecido paraíso fiscal no Caribe, e foi condenada por uso de um atestado falso de capacidade técnica.
Carapicuíba lidera o ranking de emendas Pix do país, com mais de R$ 157 milhões em repasses do tipo, impulsionada por valores enviados por parlamentares da bancada evangélica. Auditoria da Controladoria Geral da União (CGU), que baseou decisão de suspensão pelo ministro Flávio Dino, do STF, afirma que R$ 13,4 milhões dos gastos não foram comprovados e atestou obras mal feitas na cidade.
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Artur Rodrigues , Ramiro Brites
Metrópoles.
Foto: Ilustrativa