Cinco mulheres podem disputar a Prefeitura de Porto Velho; já são nove homens cotados na corrida; e a UNIR com sérios problemas

Em Porto Velho, há pela menos uma dezena de candidaturas muito viáveis, mesmo a tanto tempo do pleito

Faltando um ano e sete meses para a eleição municipal de 2024, o assunto torna-se cada vez mais presente na vida política do Estado. Na Capital, as pré-candidaturas já se mobilizam, embora, é claro, muitas delas vão acabar ficando pelo caminho, até pela depuração natural que a reta final das campanhas define.

Em Porto Velho, há pela menos uma dezena de candidaturas muito viáveis, mesmo a tanto tempo do pleito. Partidos já estão conversando, personagens vão buscando ocupar cada vez mais espaço. No grupo feminino, por exemplo, já há nomes poderosos. A começar pela ex-deputada Mariana Carvalho, sempre cotada como uma das principais representantes das mulheres.

Há ainda a néo-deputada Cristiane Lopes, muito boa de votos na sua cidade, tanto que chegou à Câmara Federal e da senadora Fátima Cleide, do PT. Ela, contudo, ainda não estaria pensando numa disputa municipal, mas e nome sempre presente em qualquer relação de pré-candidatos. Fala-se muito também em Ieda Chaves, a mulher mais votada para a Assembleia Legislativa, mas em relação a ela há obstáculos. O primeiro deles é a vontade dela e a combinação com o marido, o prefeito Hildon Chaves, de que ela cumprirá seu mandato até o final. O outro é de ordem legal.

Prefeitos de outras cidades rondonienses, reeleitos, tentaram lançar a candidatura de suas mulheres, mas a legislação eleitoral não permitiu. Destaca-se também a médica Flávia Lenzi, que foi candidata a vice-governadora, na chapa liderada por Marcos Rogério. Da atual Câmara Municipal, a única mulher que teria alguma chance numa disputa à Prefeitura, seria Elis Regina. Márcia Socorrista, a outra edil, não pensa no assunto.

Entre os homens, há sim nomes que surgiram com muita força no cenário político, como o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Marcelo Cruz, que chega com um potencial de votos dos mais expressivos e uma história de serviços prestados como vereador e parlamentar das mais destacadas. Mas há também, neste pacote, o ex-secretário de saúde, Fernando Máximo, o deputado federal mais votado de Rondônia. No mesmo contexto, não se pode esquecer de Léo Moraes, o jovem ex-deputado que sempre teve grande votação em Porto Velho e que sonha com a Prefeitura. Seria um erro crasso não incluir nessa lista nomes como os do ex-prefeito Mauro Nazif e do ex-secretário de saúde e ex-deputado Williames Pimentel.

Vinicius Miguel e Pimenta de Rondônia completam esta lista, ainda inicial e que pode mudar muito até o ano que vem. Há também, uma outra questão. PT, PSB, PDT e Rede estão conversando. Neste pacote, podem ser incluídos os nomes dos petistas Ramon Cujuí e Hermínio Coelho. Um dos dois pode ser o nome petista para a Prefeitura, em 20 24. Quanto mais próximo se chegar da disputa, mas claro ficará o quadro. A verdade é que, embora o calendário diga que ainda faltam 570 dias para a disputa, no mundo da política isso quer dizer que a eleição é daqui uma semana…

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