Destacam-se, nas redes sociais, o apoio do comandante da Polícia Militar, Mauro e do subcomandante, Coronel Rildo, à reivindicação das entidades que representam a categoria e que estão exigindo 30 por cento de reposição salarial. Em encontros com a Associação das Mulheres dos PMs e outras entidades semelhantes, ambos os responsáveis pelo comando da tropa teriam assinado embaixo das reivindicações. Em mais de uma postagem, os dois receberam aplausos pela posição. Não se sabe ainda como o Palácio Rio Madeira/CPA está recebendo essa posição de dois oficiais escolhidos pelo Governador. Por enquanto o assunto ainda não está sendo tratado como conflito. As conversas continuam, embora sem qualquer definição até agora. O que o Governo tem dito é que, caso atenda as reivindicações dos PMs, terá um custo de mais de 200 milhões de reais aos cofres públicos, o que poderia desestruturar todo o sistema de controle das finanças do Estado. Além disso, haveria o risco do efeito cascata, com as demais categorias também exigindo reajustes nos mesmos moldes. A situação é complexa e não há, até agora, uma luz no fim do túnel para a questão salarial da PM. A pressão é grande e não se sabe ainda como o governador Marcos Rocha se sairá, nessa verdadeira sinuca de bico.