O senador pelo PDT de Rondônia está preso na Papuda desde outubro do ano passado e tinha autorização para dar expediente no Senado durante o dia, desde que retornasse à cadeia à noite.
Para a juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais, Gurgacz cumpriu tempo suficiente para ser contemplado com a progressão de regime –um sexto da pena à qual foi condenado, de 4 anos e 6 meses de prisão.
A PGR acusou o senador de obter mediante fraude, entre 2003 e 2004, financiamento no Banco da Amazônia para renovar a frota de sua empresa de ônibus.