SINTERO cobra recesso dos técnicos educacionais; entidade protocolou documentos e foi presencialmente à Seduc

Essa é uma reivindicação antiga da categoria, que já foi apresentada diversas vezes nas mesas de negociação e por meio de ofícios encaminhados à Secretaria.

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Rondônia (SINTERO) esteve na Secretaria de Estado da Educação (Seduc), na manhã desta segunda-feira (29), para cobrar a implantação do recesso escolar de 10 (dez) dias para os Técnicos Educacionais. Essa é uma reivindicação antiga da categoria, que já foi apresentada diversas vezes nas mesas de negociação e por meio de ofícios encaminhados à Secretaria.

O Ofício nº 090/2026–SINTERO/SG/PRES e o Ofício nº 091/2026–SINTERO/SG/PRES foram protocolados na Seduc e na Casa Civil, reivindicado o cumprimento dessa antiga demanda.

O assunto foi discutido na reunião da Mesa Estadual Permanente de Negociação (MENP), realizada em 31 de julho de 2025, quando foi reconhecida a necessidade de adotar as medidas administrativas e legais para garantir esse direito. Depois disso, o SINTERO voltou a cobrar a implementação do recesso em diferentes documentos enviados à Seduc, incluindo respostas às manifestações da Secretaria, contrapropostas aprovadas em Assembleia Geral e pedidos de audiência, reforçando que essa é uma das principais pautas dos Técnicos Educacionais.

Apesar de todas essas discussões e dos encaminhamentos já realizados, até o momento não foi publicada nenhuma medida que garanta a concessão do recesso. A situação preocupa a categoria, principalmente porque o período de recesso escolar acontece tradicionalmente no mês de julho e a demora pode impedir que o benefício seja concedido ainda este ano.

Diante desse cenário, o SINTERO reforçou a necessidade de que a Seduc adote, com urgência, as providências necessárias para garantir a implantação do recesso escolar de 10 (dez) dias aos Técnicos Educacionais ainda neste exercício, atendendo a uma reivindicação legítima e aguardada pelos servidores.

O SINTERO continua acompanhando o processo e permanecerá cobrando o governo para que esse direito seja cumprido.

 

assessoria

SeducSintero
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