Modern technology gives us many things.

Bolsonaro sanciona Orçamento com reajuste de R$ 1,7 bi para servidores

Proposta orçamentária não define categorias a serem beneficiadas. Presidente deve esperar volta do Congresso para negociar impasse

Proposta orçamentária não define categorias a serem beneficiadas. Presidente deve esperar volta do Congresso para negociar impasse

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, com vetos, o Orçamento de 2022. O ato foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (24/1). A receita da União para o exercício financeiro de 2022 é de R$ 4,8 trilhões. Do total, R$ 1,8 trilhão será destinado ao refinanciamento da dívida pública.

De acordo com a publicação, o chefe do Executivo federal concedeu reajuste de R$ 1,7 bilhão para servidores públicos. A peça orçamentária não define quais categorias devem ser beneficiadas ou como os recursos devem ser aplicados.

Os recursos precisam ser confirmados em um projeto específico a ser enviado pelo governo posteriormente.

Clique no link e confira a publicação no DOU.

A ideia inicial do governo era direcionar os recursos para agentes da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A equipe econômica era contra a medida e argumentava que a concessão de reajuste poderia gerar pressões de outros setores do funcionalismo.

O colunista do Metrópoles Igor Gadelha apurou que o presidente deve aguardar o retorno dos trabalhos do Congresso Nacional, no início de fevereiro, para decidir se concederá ou não reajuste salarial para carreiras policiais.

Bolsonaro: “Vamos salvar três categorias ou vai todo mundo sofrer no corrente ano?”

De acordo com Guedes, o governo precisa “ficar firme”. “Sem isso, é como Brumadinho: pequenos vazamentos sucessivos, até explodir a barragem e todos morrerem na lama”, disse o ministro sobre o assunto.

O governo Bolsonaro vive período conturbado com alguns servidores públicos. Tudo começou depois que foi anunciado reajuste salarial para policiais, mas o aumento financeiro de outras categorias ficou de fora dos planos

Hugo Barreto/Metrópoles

foto ilustrativa

você pode gostar também
Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.