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Caso da operação Pau Oco contra Daniel Pereira vai ao TJ, sete anos depois do início das investigações

Aguarda-se, agora, os próximos passos para um longo processo, aquele que Daniel Pereira considera uma injustiça inominável

Aguarda-se, agora, os próximos passos para um longo processo, aquele que Daniel Pereira considera uma injustiça inominável

Sete anos depois de iniciadas as investigações, há novidades no caso que envolveu o ex-governador Daniel Pereira: ele saiu da primeira instância, por decisão da juíza Roberta Cristina Macedo. A magistrada determinou o encaminhamento de todo o processo para o Tribunal de Justiça. O caso envolveu a Operação Pau Oco, aquela em que a polícia invadiu a casa do então já ex-governador, levando documentos e o celular dele, sob a acusação de que ele estaria envolvido numa operação fraudulenta de Autorizações de Exploração Florestal, que teria beneficiado ilegalmente uma grande empresa local. Haveria um problema de origem em todo o processo. Ele começou em junho de 2018, quando Daniel Pereira ainda era Governador e, portanto, todo o caso teria que ser analisado pelo STJ e não em instâncias inferiores, porque ele tinha direito a Foro Privilegiado. Ficou registrada na época a indignação de Daniel Pereira, que tão logo foi envolvido no caso, procurou a mídia (é histórica entrevista/protesto que ele concedeu na SICTV/Record) e acusou o então delegado que liderou as investigações, e de sua equipe, de terem praticado uma série de irregularidades contra todos os envolvidos na denúncia.

Passados tantos anos, o caso ainda está pendente. Havia sido enviado ao TJ lá atrás, mas, por uma orientação do Ministério Público tudo foi novamente para a primeira instância. Agora, se os Desembargadores decidirem, por exemplo, que o processo foi iniciado quando Daniel era Governador, certamente o enviará ao STJ, que pode anular tudo, pelo erro de origem. Tanto tempo depois, toda a história, recheada de ilegalidades e incongruências, segundo o ex-governador, continuam percorrendo os corredores do Judiciário. Daniel Pereira praticou o grito dos inocentes e muito do que denunciou na época, foi constatado. Prova disso que é o Delegado e outros responsáveis pela investigação foram afastados do caso. Aguarda-se, agora, os próximos passos para um longo processo, aquele que Daniel Pereira considera uma injustiça inominável.

 

Via Sérgio Pires / Opinião de Primeira

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