Segundo auxiliares de Bolsonaro, a ligação será um gesto "no mais alto nível diplomático" para tentar “resolver o impasse” que impede a liberação do imunizante pela Anvisa.
O texto-base também enquadra no grupo prioritário os profissionais de saúde e funcionários que trabalham em ambiente hospitalar; as pessoas com deficiência; as pessoas idosas; e os indígenas.