Com propostas inovadoras, Grupo OzFrig quer se tornar um dos maiores frigoríficos do país
O mercado de proteína animal é um dos maiores do mundo e
em 2021 representou 32% do PIB, e os números tendem a
crescer ainda mais. Porém, no Brasil a concorrência é
relativamente pequena, já que grandes grupos monopolizam,
estabelecem preços e são eles que ditam quanto vale o rebanho
dos produtores.
E quando se fala em criar gado, é preciso entender que o
produtor não recebe o valor do peso integral do animal, tem
uma métrica que chama ‘rendimento’. E ele é calculado
dividindo-se o peso da carcaça (soma das duas meias carcaças
resultantes do abate) pelo peso vivo do animal. Multiplicando-se
o resultado dessa divisão por 100, teremos o rendimento
expresso em porcentagem.
Como o peso vivo varia com o conteúdo gastrointestinal do
animal (barriga cheia ou barriga vazia), o ideal é usar o peso
obtido após o animal ficar cerca de 12 horas recebendo apenas
dieta líquida. Exemplificando: um boi cujo peso vivo pós-jejum
era 480 kg e cuja carcaça pesou 265 kg, apresentou rendimento
de carcaça de 55,2%.
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E é no valor pago pelo rendimento que está a margem de lucro
dos produtores. E o Grupo OzFrig, que chegou no final do ano
passado em Rondônia, assumindo uma planta que estava
passando por turbulências financeiras, adotou a política de
pagar entre 5% a 7% a mais do rendimento, o que representa
um ganho extra para os produtores. Para o grupo, o dinheiro a
mais que gira, faz o negócio expandir, produzindo mais lucros e
incentivando os pecuaristas a melhorarem seu plantel.
O Grupo OzFrig vem enfrentando forte pressão por parte da
concorrência, que busca confundir a atual gestão com
problemas provocados pelos antigos proprietários, que estão
sendo responsabilizados pelos erros que cometeram.
Na semana passada, todos os produtores que aceitaram o
acordo firmado em dezembro de 2021 receberam a segunda
parcela combinada, representando um investimento de R$ 6
milhões em Rondônia. Além disso, o Grupo OzFrig vem pagando
o gado comprado à vista em 3 dias, com prazo máximo de 5
dias.
É na pressão que os diamantes são criados. E o Grupo OzFrig
está investindo forte em Rondônia onde pretende implantar
uma série de novos modelos de trabalho, valorizando seus
colaboradores porque acredita que é investindo em mão de
obra qualificada que as mudanças vão acontecer.
Pelo menos dois novos modelos de negócios estão em
desenvolvimento para serem implementados pela planta de
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Ji-Paraná, e também em Porto Velho, capital de Rondônia. E faz
isso por acreditar no potencial do Estado. A meta é que o Grupo
OzFrig esteja entre os maiores frigoríficos do país nos próximos
anos. E esse crescimento começa por Rondônia.
Uma das metas da OzFrig é baratear o preço da carne para o
consumidor final, que sofre com a inflação provocada pelos
distribuidores, que pertencem às redes de supermercado ou
aos próprios frigoríficos. E o Grupo OzFrig vem trabalhando no
desenvolvimento de um novo modelo de vendas, que deverá
reduzir significativamente o preço final da carne, e ainda vai
gerar renda extra à população. O modelo já está em fase de
testes na cidade do Rio de Janeiro e em breve será implantado
em todo o país, “é um modelo disruptivo e seguro, incluindo até
as pessoas que não conseguem ter acesso à carnes de primeira linha”.
Assessoria
