Defesa do Homem do Tempo diz que cliente não tem ligação com terrorismo em Brasília
William, ativista político e ex-candidato a vereador e a deputado estadual, foi preso na semana passada, em Porto Velho, acusado de participação nos atos terroristas
William, ativista político e ex-candidato a vereador e a deputado estadual, foi preso na semana passada, em Porto Velho, acusado de participação nos atos terroristas
A defesa do policial militar da reserva remunerada William ferreira, O Homem do Tempo, preso durante a operação Lesa Pátria, informou, por meio de comunicado à imprensa, que o cliente não tem qualquer ligação com os atos terroristas registrados em Brasília no dia 8 de janeiro deste ano, quando foram invadidas e depredados o Palácio do Planalto, o prédio do Supremo tribunal federal, a Câmara dos Deputados e o senado.
William, ativista político e ex-candidato a vereador e a deputado estadual, foi preso na semana passada, em Porto Velho, acusado de participação nos atos terroristas. Ele estava presente na ação dos golpistas bolsonaristas e transmitiu a baderna ao vivo em seus canais na internet. Ele próprio bolsonarista, William foi preso na Operação Lesa Pátria da Polícia Federal.
O advogado Castro Alves, cujo escritório faz a defesa de William, repetiu a versão de que o cliente estava de férias em Brasília quando entrou no Supremo Tribunal Federal no dia em que os radicais da extrema direita quebraram e furtaram objetos do STF.
Leia abaixo a nota:
“O Sr Wilian é ex-candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (deputado estadual), no pleito de 2022. É cidadão brasiliense. Possui uma filha casada com um oficial do exército brasileiro no Distrito Federal. O Sr Wilian, à época dos fatos, se encontrava em gozo de férias em Brasília, justamente no dia do ataque às sedes dos três Poderes. No dia do distúrbio, ele se encontrava no CLUBE DO EXÉRCITO, conforme consta de convite outorgado ao titular da Matrícula 1661.
O comparecimento dele às instalações do STF e demais locais na praça dos Três Poderes, no dia do distúrbio, se deu tão somente para registro do evento para fins de cobertura jornalística. O Sr Wilian não tem qualquer relação com os vândalos que atentaram contra os prédios dos três poderes”.
