Hildon Chaves propõe modelo de gestão compartilhada com Cirone Deiró em pré-candidatura ao governo de Rondônia
Durante visita a Cacoal, ex-prefeito de Porto Velho afirma que eventual administração estadual seria conduzida por dois gestores com experiência e que vice não teria papel meramente protocolar.
Durante visita a Cacoal, ex-prefeito de Porto Velho afirma que eventual administração estadual seria conduzida por dois gestores com experiência e que vice não teria papel meramente protocolar.
No último domingo (12), durante visita ao município de Cacoal, o ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao governo de Rondônia, Hildon Chaves, apresentou uma proposta de modelo de gestão para uma eventual administração estadual. A declaração foi feita em referência ao papel que pretende destinar ao deputado estadual Cirone Deiró, pré-candidato a vice-governador na mesma chapa.
Segundo Hildon Chaves, a proposta consiste em um governo conduzido por “dois gestores com experiência comprovada”, o que, em sua avaliação, representa um formato distinto da atuação tradicionalmente atribuída ao cargo de vice-governador. Na ocasião, afirmou que Cirone Deiró teria “preparo, experiência e condições reais de governar Rondônia” e defendeu uma “gestão compartilhada, com decisões firmes, responsabilidade dividida e foco absoluto em resultados”.
O ex-prefeito também mencionou que ambos possuem trajetória na iniciativa privada, o que, conforme sua análise, contribui para um perfil de gestão voltado à eficiência e ao uso racional dos recursos públicos. Destacou, ainda, a importância de elementos como responsabilidade fiscal e planejamento na execução orçamentária.
Por sua vez, Cirone Deiró afirmou que o convite para compor a chapa foi recebido como “um chamado maior” e declarou assumi-lo com “responsabilidade e compromisso com Rondônia”. Referiu-se a Hildon Chaves como um gestor que, segundo sua avaliação, concluiu mandatos anteriores “com aprovação da população e sem qualquer questionamento judicial”. O deputado também fez menção à sua trajetória política, ao papel de apoiadores e à importância do suporte familiar em sua atuação pública.
Com informações de assessoria
