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Hospital de Base tem área inacabada que poderia atender pacientes do Covid-19, falta interesse do governo

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O Hospital de Base, unidade de saúde preparada para atender pacientes de alta complexidade possui uma Ala que está em fase final de acabamento que poderia ser utilizada se fosse concluída, no atendimento de pacientes acometidos pela Covid-19.

Segundo informações de médicos que trabalham nessa unidade de saúde, a área que era o almoxarifado, se concluída, com gastos segundo cálculos, de mais ou menos R$ 1 milhão de reais poderá oferecer de imediato, 56 leitos para a população, com a vantagem de ter concomitantemente, Raio-X, Tomografia Computadorizada para exames pulmonares, ventiladores, UTIs e ainda 14 salas cirúrgicas, Laboratório 24 horas, enfermaria de hemodiálise, banco de sangue e 2.800 servidores se revezando em turnos de trabalho. De acordo com os profissionais de saúde essa enfermaria pode de forma emergencial chegar a 80 leitos a serem implantados.

A maternidade Regina Pacis, que possui aproximadamente 40 leitos para atender crianças recém nascidas e gestantes, portanto, unidade de baixa complexidade com nenhuma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com o agravamento de não ter estacionamento e ser no centro da cidade, o que não é recomendado pela OMS, ( existem estudos que em hospitais que tratam Covid-19, foram encontrados os vírus no quadrante hospitalar) não deveria ser comprada pelo governo sem antes terminar a obra do HB que poderá chegar até 80 leitos numa flexibilização devida a urgência da Pandemia.

https://www.metropoles.com/saude/estudo-encontra-coronavirus-no-ar-em-ruas-proximas-a-hospitais?amp

Veja o vídeo:

 

 

Já existe um despacho da Procuradoria Geral do Estado, sobre o Processo número 0036.176131/2020-10, assinado pelo procurador Juraci Jorge da Silva, onde o órgão opina favoravelmente a possibilidade jurídica de acréscimo pretendido para a conclusão dessa obra importante para a população do Estado, condicionado as recomendações contidas no próprio despacho.

Veja:

0011464561 – Despacho

 

 

O hospital de Guajará-Mirim está há quase 5 anos com suas obras paralisadas e não há previsão de conclusão, mesmo tendo o atual governo prometido em campanha que daria prioridade a saúde do estado. Hoje, a cidade amarga com 17 mortos pela Covid-19 e 37 casos positivos, por enquanto, porque não existem testes para serem aplicados na população, afinal, estão retidos em Guarulhos mais de 100 mil testes comprados por R$ 10,5 milhões e até agora a Anvisa não certificou e nem autorizou o seu uso.

A população do município fez uma passeata ontem protestando contra o abandono geral por parte tanto do governo federal e Estadual. “Já que vão receber cerca de 300 milhões de ajuda do governo federal por decisão do Congresso Nacional ao combate da Pandemia, poderiam acelerar e terminar o hospital aqui na nossa cidade”, reclamou um dos participantes do protesto.

 

Veja o vídeo do protesto:

 

 

Os órgãos fiscalizadores precisam intervir para pelo menos entender o problema pelo qual o povo rondoniense passa. Se a ordem do governo federal é economizar, os gastos desnecessários podem ser evitados pelo Ministério Público e principalmente o
Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O governo do Estado de Rondônia, anunciou que chegaram ontem 25 ventiladores pulmonares para serem utilizados no combate a pandemia. Portanto, esses equipamentos já poderiam ser disponibilizados para o Hospital de Base nas enfermarias inacabadas que tem um custo muito menor.

 

 

 

Carlos Terceiro, Nahoraonline

 

 

 

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