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João Golçalves é o 1º prefeito de Jaru a terminar o mandato sem responder a preocessos

O que deveria ser a regra virou uma exceção

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O que deveria ser a regra virou uma exceção

O que deveria ser regra, mas infelizmente pode ser considerado uma exceção, um prefeito terminar o mandato sem responder a nenhum processo de corrupção, ocorreu em Jaru, após 20 anos de históricos conturbados de gestões públicas municipais.

João Gonçalves Junior, concluiu seu primeiro mandato (1º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020), sem fazer parte do “tradicional grupo” que recebeu algum tipo de punição da justiça por violar os preceitos constitucionais e causar danos ao erário público.

Ademário Serafim de Andrade, popular Dema

A lista a baixo contará somente com prefeito eleitos, sem avaliação de vices prefeitos e presidente da Câmara que chegaram a assumir o Executivo Municipal, após a cassação dos mandatários neste período de 20 anos.

O ex-prefeito Ademário Serafim de Andrade, popular Dema (1º de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000), talvez seja um dos gestores mais controverso do período relacionado. Dema chegou a cumprir pena por homicídio e ser acusado de atear fogo na Prefeitura para eliminar provas contra ele.

Dema deixou a prefeitura e prosseguiu durante anos subsequentes em batalhas judiciais se defendendo de ações de corrupção, ao final ele teve diversos bens confiscados pela justiça para reparação ao erário público, como propriedade rural e casa. Atualmente é possível encontrar no TJ/RO histórico de sete ações civis públicas contra Dema, que faleceu aos 56 anos vítima de um acidente de trânsito, em 02 de maio de 2014, na RO 479 em Rolim de Moura.

José Amauri dos Santos

Seu sucessor José Amauri dos Santos (1º de janeiro de 2001 a 31 dezembro de 2004 e reeleito ficando no cargo até 10 de outubro de 2005), viria a ser recordista em ações ajuizadas contra sua pessoa, no segundo mandato ele foi cassado no primeiro ano.

Em recente avaliação da justiça para o pleito eleitoral 2020 foram listados 64 processos envolvendo seu nome, sendo que a grande maioria, já foram cumpridos e arquivados.

Após 15 anos, Amauri se lançou a prefeito novamente e acabou perdendo nas urnas e também na justiça, ele teve sua candidatura indeferida com base na Lei Ficha Limpa, foi barrado pela punição pelo crime conhecido como ‘Rachadinha’, em 2009, na administração do seu primo Ex-prefeito Jean Carlos dos Santos. Amauri também teve seus bens confiscados pela justiça para pagamento de danos a prefeitura de Jaru, o único bem encontrado em seu nome, uma casa no setor 04, foi adjudicada.

Ulisses Borges de Oliveira

O ex-prefeito Ulisses Borges de Oliveira (4 de novembro de 2005 a 23 de maio de 2008), também teve problemas com a justiça e com a Câmara, Ulisses Borges foi cassado em 2008 por violar a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele também respondeu investigações que apuraram irregularidades administrativas e financeiras.

Jean Carlos dos Santos

O ex-prefeito Jean Carlos dos Santos (1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012), terminou seu mandato com 18 processos listados no TJ/RO, em alguns deles determinavam a cassação de seu mandato, caso ele estivesse no cargo.

Jean responde crimes de danos ao erário, execução fiscal e impropriedade administrativa, em uma de suas condenações, Jean teve bens bloqueados para pagamento de prejuízo financeiro ao Jaru Previ, em decorrência de uma aplicação duvidosa de R$ 6 milhões, em um banco falido.

Sônia Cordeiro de Souza

Sua sucessora que lhe venceu nas urnas, a ex-prefeita Sônia Cordeiro de Souza (1º de janeiro de 2013 a 21 de dezembro de 2015), também não conseguiu terminar seu mandato, sua gestão ficou marcada por embates com a Câmara Municipal de Vereadores, ela foi cassada pelo órgão por ser responsabilizada por alteração de um TAC do transporte escolar, a decisão foi mantida pela justiça. Sônia Cordeiro entregou o cargo respondendo sete ações judiciais referente a sua gestão no Executivo.

Via Jaru Online
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