Pimentel defende a integração Brasil x Bolívia x Peru com a implantação de ferrovia
Espera-se que o primeiro cais do porto esteja pronto no final do primeiro semestre de 2023, e o plano para o término de toda a infraestrutura se mantém para o segundo semestre de 2024, com uma capacidade anual de carga geral de 6 milhões de toneladas, informa o portal Seatrade Maritime News.
Segundo a Diálogo Chino, o megaporto de Chancay busca tornar-se um eixo do comércio entre a Ásia e a América do Sul. Empresas chinesas já controlam mais de 10 portos em sete países latino-americanos e estão “pisando forte no de Chancay”, acrescentou o portal argentino de notícias Nexofin.
“Está estratégia de logística irá trazer economia no transporte de produtos a serem exportados para os países da Ásia, gerando riquezas e empregos para o Estado de Rondônia”, disse.
A ferrovia atravessaria de Leste a Oeste o continente Sul-americano. Reúne o interesse de brasileiros, bolivianos e peruanos, porém, depende do bom andamento das relações diplomáticas e comerciais com a China.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), o projeto ferrovia terá quatro mil quilômetros de extensão. O corredor possibilitaria o acesso ao Oceano Pacífico, através do porto de Ilo, no Peru, rumo ao mercado asiático e australiano.
Para o parlamentar, o estreitamento nas relações com os países vizinhos só beneficia o país e os estados vizinhos também, principalmente, Rondônia.
“Precisamos manter esse relacionamento não só na área produtiva como na educação, com intercâmbio entre os estudantes e abertura de ferrovias para o pacífico, com acesso ao resto do mundo”, finalizou.
Nahoraonline
Fotos: Ésio Mendes, Nilson Santos e Arquivo Secom
