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Sem policiamento no comércio, consumidores andam assustados

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A ausência de policiamento nos principais centros comerciais de Porto Velho assusta a população e os comerciantes, e o medo de assaltos aflige ainda o consumidor que vai às ruas fazer as compras de fim de ano. “Antigamente a gente ainda via os policiais fazendo a segurança próximo às lojas e em locais de bastante movimentação, agora não tem mais nada e a bandidagem está tomando conta”, disse o autônomo Francisco Moraes, que trabalha na 7 de Setembro.

Na Marechal Deodoro, região central, o comerciante Ricardo Rocha conta que os roubos e furtos são comuns na área. “Outro dia mesmo um idoso foi assaltado aqui na esquina Marechal Deodoro com a Dom Pedro II. Dois homens abordaram ele e levaram tudo que ele tinha”, relatou. “A gente fica de mãos atadas, porque além da ação dos bandidos ser muito rápida, não dá pra reagir e correr o risco de ser morto”, completou.

Dona Eurides Oliveira é aposentada e fazia as compras para as festas natalinas no comércio da 7 de Setembro. “O problema é que a gente já sai de casa com medo. E meu esposo sempre me diz pra ter bastante cuidado. Embora a atenção seja redobrada, não dá pra saber quando vai ser abordado por um ladrão, só Deus mesmo pra nos proteger”, considerou.

A população está insegura e poucos são os que nunca foram ou conhecem alguém que já tenha passado pela situação de um assalto. “Minha irmã estava caminhando pela rua Marechal Deodoro sentido bairro quando foi abordada por dois ‘caras’ numa moto. Ela ficou muito assustada porque eles estavam armados e levaram o celular dela”, contou o comerciante Olivando Teles.

Sem poder contar com a segurança pública, a maioria dos lojistas acaba contratando seguranças particulares para inibir a ação dos bandidos. “Desde sábado já estamos com um segurança trabalhando aqui na loja. Já que não tem policiamento nas ruas, e esse período é mais perigoso, essa é a opção”, revelou a vendedora Josiane Lima.

Na última semana, uma grande loja da Capital foi invadida por criminosos que renderam trabalhadores e até clientes.

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