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Servidores da saúde mobilizados para a greve geral; sindicato diz que documento que custou R$ 800 mil aos cofres públicos só serve para prejudicar categoria

O documento elaborado pela empresa custou R$ 800 mil aos cofres públicos e “não serve para nada, a não ser para prejudicar o servidor”, disse a sindicalista

O documento elaborado pela empresa custou R$ 800 mil aos cofres públicos e “não serve para nada, a não ser para prejudicar o servidor”, disse a sindicalista

A presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde de Rondônia, Célia Campos, gravou um vídeo no qual repudia as declarações do secretário estadual de Saúde, Fernando Máximo, que afirmou, em entrevista à imprensa, que a greve anunciada pela categoria seria “eleitoreira”.

Célia Campos disse que no dia 10 de janeiro deste ano foi firmado acordo, na Assembleia Legislativa de Rondônia, para que o Governo Marcos Rocha encaminhasse, no prazo de 180 dias, o projeto de revisão do Plano de Carreira dos Servidores da Saúde.

Ocorre que, segundo a sindicalista, o Governo contratou uma empresa particular para elaborar um estudo que, na verdade, é prejudicial aos servidores, pois defende a extinção de funções e o fim das progressões, entre outras medidas danosas à categoria. O documento elaborado pela empresa custou R$ 800 mil aos cofres públicos e “não serve para nada, a não ser para prejudicar o servidor”, disse a sindicalista.

Nos próximos dias o Sindsaúde vai deliberar sobre a deflagração de greve geral dos servidores do setor em todo o Estado. “Quanto ao movimento ser ou não eleitoreiro, como diz o secretário, posso afirmar que nenhum membro da diretoria do sindicato é candidato a nada, nem a prefeito, nem a vereador, e tampouco apoia este ou aquele candidato. É um movimento legítimo, de insatisfação com a falta do cumprimento de um acordo fechado em janeiro deste ano”, ressaltou Célia Campos.

 

Assessoria

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