Entre as condenações impostas ao ex-parlamentar, uma é resultado da “Operação Dominó”, que investigou um esquema de desvio de recursos públicos na ALERO, entre 2004 e 2005
Condenado a 11 anos e 7 meses de reclusão, além de 501 dias-multa, Maurão de Carvalho foi responsabilizado pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, apurados no âmbito da Operação Dominó
Demissão foi publicada neste sábado (14) no Diário Oficial. Júnior Lopes e outros servidores públicos são investigados por fraude e falsidade ideológica em contratos públicos.
Encontro, ocorrido em 12 de novembro de 2022, foi confirmado por Mauro Cid, ex-braço direito de Bolsonaro, e por materiais apreendidos com o general de brigada Mario Fernandes, preso nesta terça-feira (19) suspeito de planejar o atentado.